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	<title>Clínica Cuidar Jundiaí, Autor em Clínica Cuidar Jundiaí</title>
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	<title>Clínica Cuidar Jundiaí, Autor em Clínica Cuidar Jundiaí</title>
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	<item>
		<title>Alterações tireoidianas e Covid19</title>
		<link>https://www.clinicacuidarjundiai.com.br/alteracoes-tireoidianas-e-covid19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clínica Cuidar Jundiaí]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 May 2021 18:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia de Cabeça e Pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, é importante lembrar que a TIREOIDE é uma glândula que as pessoas têm e que está localizada na parte anterior do pescoço. A tireoide é responsável pela produção de hormônios que estão relacionados com o funcionamento adequado de todo o nosso corpo. Estes hormônios atuam, por exemplo, no humor, no peso, no hábito intestinal&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente, é importante lembrar que a TIREOIDE é uma glândula que as pessoas têm e que está localizada na parte anterior do pescoço.</p>
<p>A tireoide é responsável pela produção de hormônios que estão relacionados com o funcionamento adequado de todo o nosso corpo. Estes hormônios atuam, por exemplo, no humor, no peso, no hábito intestinal e no sono.</p>
<p>Quando a tireoide trabalha excessivamente, em um estado de HIPERFUNÇÃO, é o que chamamos de HIPERTIREOIDISMO. Opostamente, quando esta glândula trabalha em hipofunção, é o HIPOTIREOIDISMO.</p>
<p>Existem diversas alterações da tireoide que já são muito conhecidas, e geralmente são mais comuns em mulheres que em homens. Algumas alterações relativamente comuns da tireoide, podem ser os nódulos benignos (que são chamados de bócio) ou por inflamações que são chamadas de tireoidites. Os nódulos malignos (ou seja, o câncer) são menos comuns que as doenças benignas da tireoide.</p>
<p>Há várias causas conhecidas de tireoidites, como por exemplo as auto-imunes (Tireoidite de Hashimoto e Doença de Graves). Dentre outras causas, existem também as TIROIDITES que podem ocorrer pelos vírus.</p>
<p>No contexto da Covid19, em que foi declarada Pandemia pela Organização Mundial de Saúde em março de 2020, alguns estudos demonstraram alterações tireoidianas relacionadas à COVID-19.</p>
<p>Em março de 2020 foi descrito na literatura, o primeiro caso de TIREOIDITE SUBAGUDA, 15 dias após infecção por SARS-CoV-2 (a síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2), em uma paciente de mulher de 18 anos de idade. Os sintomas apresentados por ela foram: febre, dor no pescoço e palpitação. A doença de COVID-19 foi leve nessa paciente e ela se recuperou completamente em poucos dias.</p>
<p>Posteriormente, diversos estudos científicos foram publicados com esse tema, e que também demonstraram a ocorrência de alterações tireoidianas relacionadas à COVID19. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Tireoidite subaguda;</li>
<li>Tireoidite auto-imune;</li>
<li>Formas atípicas de tireoidite;</li>
</ul>
<p>Foram descritos casos leves de COVID19 associados com tireoidite subaguda.  Foram mais comuns em mulheres e os sintomas mais relatados foram: aumento e dor da tireoide, febre, fadiga e alterações da função tireoidiana (“hormônios tireoidianos”).  A tireoidite subaguda por COVID19 é uma condição auto-limitada e reversível, com duração de cerca de 1 mês e que melhora com o tratamento específico.</p>
<p>É difícil distinguir se a função tireoidiana alterada é resultado de efeitos diretos ou indiretos da infecção viral. Cerca de 15% dos pacientes com COVID-19, quadro leve a moderado, apresentavam disfunção tireoidiana. Pode haver um efeito direto do SARS-CoV-2 na função da tireoide, e que pode levar à exacerbação de doença tireoidiana autoimune pré-existente (como a Tireoidite de Hashimoto).</p>
<p>Em casos mais graves, a SARS-COV-2 pode induzir a tireoidite, com uma disfunção tireoidiana reversível. E também pode estar associado com tireotoxicose. E esta condição de disfunção de hormônios tireoidianos pode interferir na evolução do COVID19, pode contribuir para um desfecho desfavorável em pacientes críticos e graves, hospitalizados por COVID19.</p>
<p>Uma revisão sistemática sobre esse tema constatou que:</p>
<p>1) Pacientes com diagnóstico de COVID-19 podem desenvolver disfunção tireoidiana, inclusive, quando hospitalizados em unidade de terapia intensiva,</p>
<p>2) Ter doença tireoidiana não aumenta o risco de infecção por SARS-CoV -2,</p>
<p>3) Pacientes com doença tireoidiana de base (que já tem uma alteração previamente conhecida da tireoide) não precisam de acompanhamento adaptado ao COVID-19.</p>
<p>De qualquer forma, há vários fatores, como doenças críticas e medicamentos, podem afetar o funcionamento da tireoide e consequentemente, os exames seus laboratoriais.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doenças da glândula tireoide</title>
		<link>https://www.clinicacuidarjundiai.com.br/doencas-da-glandula-tireoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clínica Cuidar Jundiaí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 18:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia de Cabeça e Pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tireoide é uma glândula localizada na região anterior do pescoço. Os distúrbios da tireoide são mais comuns em mulheres. Existem diversas doenças que podem ocorrer nesta glândula.  As suas alterações de função podem ser de hipotireoidismo ou de hipertireoidismo, muitas vezes associadas às tireoidites. Os nódulos de tireoide são muito comuns (60% dos brasileiros),&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tireoide é uma glândula localizada na região anterior do pescoço. Os distúrbios da tireoide são mais comuns em mulheres.</p>
<p>Existem diversas doenças que podem ocorrer nesta glândula.  As suas alterações de função podem ser de hipotireoidismo ou de hipertireoidismo, muitas vezes associadas às tireoidites.</p>
<p>Os nódulos de tireoide são muito comuns (60% dos brasileiros), principalmente em mulheres, na maioria das vezes são benignos (bócios) e apenas 5% dos casos são malignos (carcinoma).</p>
<p>A avaliação médica especializada é imprescindível para avaliar, diagnosticar, indicar os exames mais adequados e fazer o melhor tratamento clínico ou cirúrgico, para cada caso de alteração tireoidiana.</p>
<p><strong>SINAIS E SINTOMAS RELACIONADOS ÀS ALTERAÇÕES TIREOIDIANAS</strong></p>
<ul>
<li>Aumento da tireoide</li>
<li>Engasgos e dificuldade para engolir</li>
<li>Falta de ar em algumas posições</li>
<li>Rouquidão ou alterações da voz</li>
<li>Alteração de: sono, apetite, peso e hábito intestinal</li>
</ul>
<p><strong>EXAMES DIAGNÓSTICOS PARA A TIREOIDE</strong></p>
<ul>
<li>Exame físico (palpação)</li>
<li>Ultrassonografia de pescoço e de tireoide</li>
<li>Biópsia (punção aspirativa por agulha fina – PAAF) guiada por ultrassonografia</li>
<li>Cintilografia de tireoide</li>
<li>Tomografia computadorizada</li>
<li>Ressonância Magnética</li>
</ul>
<p><strong>TRATAMENTO PARA A TIREOIDE </strong></p>
<ul>
<li>O tratamento é variável</li>
<li>Alguns casos não precisam de tratamento, mas outros necessitam de medicação para ajuste hormonal</li>
<li>A cirurgia é indicada em casos selecionados</li>
<li></li>
</ul>
<p><strong>A CIRURGIA DA TIREOIDE </strong></p>
<ul>
<li>O tratamento cirúrgico é chamado de <strong>Tireoidectomia</strong>, que é remoção da glândula tireoide, realizado em ambiente hospitalar e sob anestesia geral</li>
<li>As indicações de tireoidectomia são:
<ul>
<li>Câncer ou suspeita de câncer</li>
<li>Aumento compressivo da tireoide (Bócio), com ou sem nódulos</li>
<li>Hipertireoidismo</li>
<li>Bócio mergulhante</li>
<li>Estética</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>RISCOS CIRÚRGICOS RELACIONADOS À TIREOIDECTOMIA</strong></p>
<ul>
<li>São raras as complicações relacionadas à cirurgia de tireoide</li>
<li>Mas, como toda cirurgia envolve risco de complicação. Apesar de raros, os riscos da tireoidectomia são:
<ul>
<li>Hipoparatireoidismo e hipocalcemia</li>
<li>Alteração da voz</li>
<li>Hematoma</li>
<li>Cicatriz</li>
<li>Outros ainda mais incomuns</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA (APÓS A CIRURGIA DE TIREOIDECTOMIA)</strong></p>
<ul>
<li>Geralmente, o pós-operatório da cirurgia de tireoide evolui bem, com poucos dias de internação hospitalar</li>
<li>Após a cirurgia, com o resultado da biópsia (exame anatomo-patológico), avalia-se como será o seguimento (exames e dose de medicação de reposição hormonal)</li>
</ul>
<p><strong><em>Esclareça suas dúvidas na consulta médica e especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço.</em></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer de boca</title>
		<link>https://www.clinicacuidarjundiai.com.br/cancer-de-boca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clínica Cuidar Jundiaí]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 18:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia de Cabeça e Pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer da boca (também chamado de câncer de cavidade oral) é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, “céu da boca” e língua. É mais comum em homens acima dos 40 anos e é o quarto tumor mais frequente em homens. No Brasil, infelizmente, a maioria dos casos ainda&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer da boca (também chamado de câncer de cavidade oral) é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, “céu da boca” e língua. É mais comum em homens acima dos 40 anos e é o quarto tumor mais frequente em homens.</p>
<p>No Brasil, infelizmente, a maioria dos casos ainda é diagnosticada em estágios avançados. Este câncer pode se desenvolver a partir de lesões iniciais da boca, que são chamadas de lesões pré-malignas. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura.</p>
<p>A parte posterior da língua, as amígdalas e o palato mole fazem parte da região chamada orofaringe e seus tumores têm comportamento diferente do câncer de boca.</p>
<p><strong> </strong><strong>FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE BOCA</strong></p>
<ul>
<li>Os principais fatores de risco para desenvolver câncer da boca são: o tabagismo e o etilismo.</li>
<li>O risco aumenta quanto maior for o número consumido de cigarros e de doses de bebidas alcoólicas.</li>
<li>Outros possíveis fatores associados ao câncer da boca são:
<ul>
<li>Irritação mecância crônica (por exemplo, uso de prótese dentária mal-ajustada);</li>
<li>Higiene bucal deficiente;</li>
<li>Alimentação pobre em vitaminas e minerais (principalmente a vitamina C);</li>
<li>Exposição excessiva ao sol (câncer do lábio inferior).</li>
<li></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER DE BOCA</strong></p>
<ul>
<li>Lesões (feridas) na boca que não cicatrizam por mais de 15 dias, que estejam crescendo, dolorosas ou com sangramentos.</li>
<li>Manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas.</li>
<li>Nódulos (caroços) no pescoço.</li>
<li>Casos mais avançados podem ter dor, dificuldade para comer e até mesmo para falar.</li>
</ul>
<p><strong>PREVENÇÃO E DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER DE BOCA</strong></p>
<ul>
<li>Evitar exposição aos fatores de risco: cigarro, bebida alcoólica, sol (lábios) e trauma da boca.</li>
<li>Exame rotineiro da boca (chamado de oroscopia) através do autoexame ou por um profissional capacitado.</li>
</ul>
<p><strong>DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE BOCA</strong></p>
<ul>
<li><strong>Quanto mais precoce a detecção, maiores são as chances de cura!</strong>
<ul>
<li>Após a oroscopia, a confirmação diagnóstica é através da <strong>biópsia </strong>(retirada de um fragmento da lesão) e análise deste material (exame chamado de anátomo-patológico).</li>
<li>Exames complementares geralmente são necessários para melhor avaliação da lesão e estadiamento oncológico. Por exemplo, através de tomografia computadorizada, ressonância magnética, nasofibrolaringoscopia, endoscopia digestiva alta e PET-CT.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>TRATAMENTO DO CÂNCER DE BOCA</strong></p>
<ul>
<li>Geralmente, a primeira etapa do tratamento é a</li>
<li>Em alguns casos podem ser necessários tratamentos complementares à cirurgia, com a radioterapia, terapia sistêmica e quimioterapia</li>
<li>Geralmente, casos mais avançados são tratados incialmente com radioterapia e quimioterapia.</li>
</ul>
<p><strong> </strong><strong><em>Esclareça suas dúvidas na consulta médica e especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço.</em></strong></p>
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